Sigo uma trilha gigantesca de um desejo incompreendido
Pego na mão de meu querer solitário
Ando na estrada de minhas lealdades
Tenho vivido em tempos desinteressantes
Ninguém me interessa, anda todo mundo tão igual
Nenhuma novidade para fazer o coração bater forte
Ninguém consegue decifrar meus mistérios
Ninguém para eu querer que os decifre
Força alguma me faz querer me entregar
Ando em tempos chatos onde todos são cópias
Suponho que eu seja o chato da história e viva numa imensa covardia
Nenhum ensinamento novo me estimula
Nenhum ensinamento novo me estimula
Tenho preguiça das pessoas
Entreguei-me a um egoísmo rabugento, podre
Tenho me sentido chato e arrogante
Eu que sempre quis amar eternamente agora fujo de tudo que me oferece amor
Entregar o coração é um erro que jamais me perdoarei
Pago este preço com minha tristeza noturna
Com essa angustia que não sei de onde vem.
E não quero que se vá.
E não quero que se vá.
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