quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Como se eu fosse Augusto dos Anjos

Ser humano, fétido animal desimportante.
Animal que simula dores.
Provoca morte.
Trai amores.
Animal que intoxica esse mundo com sua carne apodrecida.
Animal de escárnios e falsas pretensões.
Animal pífio e vão.
Desequilibrando os tempos  e eras.
Ser pensante e racional que se vangloria por dinheiro e saliva todo mal.
Até quando continuará matando para viver? 

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