A mente anda me pregando peças, faz-me ver aquilo que temia e
não entender o que vejo.
Ela obriga-me a escrever aquilo que não silencia.
A mente me trai, reflete-me para um universo que de tão íntimo
tornou-se desconhecido.
Essa força do não tempo toma conta do que já sou e do que descubro
a cada segundo não ser.
Passado presente e presente o futuro.
Encontro-me agora longe das antecipações e da rebeldia que
outrora julgava ser eu.
Agora o eu é aquilo que não conheço aquilo que não pode ser
explicado.
O eu nada mais é do que aquilo que “Soul”.
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