Disseram que ele era fogo que ardia sem se ver...
Quem não viu, sentiu.
Para quem não ama o amor é chato.
Reprime-se.
É hostil.
Perde-se o sono
Preocupa-se à toa.
O coração não bate forte.
Um tédio eterno..
Um cumprimento.
Saídas indispostas.
“Destino de um só”
Jiló na boca da criança...
Quando se ama, é diferente, a paixão toca fogo.
Parece um tufão chegando quente!
Arde! E arde muito! Quem ama, vê!
Se espalha e sai queimando...
É fogo pra todo lado!
E mesmo nesse calor quer-se dormir juntinho.
Cobrir a orelha.
Apertar a criatura!
Suar! Suar! Suar!
Uma felicidade só!
É sorriso daqui até ali.
Já vivi?
Não sei.
Quero viver?
Talvez.
Humildemente questiono e finjo...
Sei , que o amor é doce como o algodão que nasce na praça.
Posso até estar errado.
Mas sou “ozado” e defino-te como quero
Amor... Sei que isso tudo é tu.
Mas e tu, amor? Sabes quem eu sou?
Se tudo é uma troca eu tenho direitos!
E os quero cumpridos!

Nenhum comentário:
Postar um comentário