Tenho esse amor dentro de mim afundado em manias imperfeitas de confusão interior.
Esse tempo longe me faz lembrar que todo setembro chega forte e me traz coisas boas como a luz.
Esse arranjo me deixa desprendido e preso ao mesmo tempo. Preso em mim e salto no mundo.
Não há compreensão para essa saída que me faz ficar parado e imerso na confusão que me encontro.
Não há explicação para a força que tenho e para a fraqueza que insisto em fingir.
O que há é essa liberdade desleixada que me faz querer não ter nada do que tenho e ainda fugir para a tempestade que me chama pra um abrigo de palha.
Sopro cada instante de minha vida chamando por algo que me apeteça, que me prenda.
Como posso ser candidato a me auto boicotar? Como posso estar eu mesmo a me invejar e a me amar tanto ao mesmo tempo?
Há alguma explicação para essas respostas que busco sem eu mesmo saber quais são as perguntas?
Respondo-me: Não sei.
Nenhum comentário:
Postar um comentário