Quiçá um dia me aconteça de novo o prazer do bem amar sem representações, sem nexo, sem tanta realidade. Quiçá aconteça de se espalhar por ai algo maior que a minha pretensão. Que vai crescendo como os sonhos que crescem dentro de mim. Hoje sem mais pesares eu me atento a qualquer deslize do tempo e enquanto espero me deixo esculpir cheio de entrega ao prazer de La petit mort.

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